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Disambig grey.svg Nota: Felipão redireciona para este artigo. Para outros significados, veja .

Luiz Felipe Scolari , também conhecido apenas como Scolari ou como Felipão (, de ) é um ex- e atual , que atuava como . Atualmente comanda o .

Foi campeão do mundo de futebol como técnico da em 2002 na . Entre os clubes que treinou, teve importantes e vitoriosas passagens por e , com os quais conquistou a . Em 2013, foi campeão da pela Seleção Brasileira.

É (seus eram da região do ). Além da , possui também a .

Índice

Carreira

Como jogador

O zagueiro Scolari começou sua carreira futebolística aos dezessete anos, jogando nos juvenis do , da cidade gaúcha de . Seu interesse pelo futebol ocorreu por influência de seu pai, Benjamin Scolari, que, na sua época, também havia atuado como zagueiro no sul do Brasil. Apesar de não ser reconhecido como um jogador habilidoso, destacou-se pelo seu estilo aguerrido e de liderança, muitas vezes sendo capitão nas equipes por onde passou. Depois do Aimoré, transferiu-se para o , uma equipe de maior prestígio dentro do cenário gaúcho, onde jogou por sete anos. Depois disso, jogou ainda por , e — neste último, conquistou seu único título como jogador, já no seu último ano de zagueiro: o Campeonato Alagoano de 1982.

Professor

Luiz Felipe Scolari foi professor de educação física na Escola A. J. Renner, também conhecida como Escola Industrial, localizada no município de , cidade localizada a, aproximadamente, 60km de . Naquela época, não era tão famoso, mas dedicava-se intensamente às atividades educacionais.

Além disso, também foi professor de educação física na cidade de , em instituições como a Escola Estadual Cristóvão Mendonza e o Colégio La Salle Carmo.

Como treinador

Começo em Alagoas pelo CSA

Mostrando o mesmo estilo que o definiu como jogador, Scolari começou como técnico no próprio CSA, levando o clube ao título alagoano de 1982.

Clubes gaúchos, Goiás e Oriente Médio

Após a primeira experiência como técnico, retornou à sua terra natal para passar por diversos clubes gaúchos. Com duas passagens pelo Juventude, uma por e . Após conseguir destaque nas passagens pelo Juventude, onde realizou uma série de amistosos no voltando invicto, com vitórias sobre grande clubes e até seleções daquele continente, foi para o Grêmio (estreou em 3 de junho e logo depois conquistou o ), teve reconhecimento regional, tendo ainda realizado trabalhos no , da , e no .

Em 1989, foi para o , onde foi campeão da Copa do Emirado com o Qadsia SC e campeão da em 1990 com a .

Criciúma e novas passagens no Oriente Médio

Em 1991, levou o ao título da , maior glória da história do clube, feito pelo qual ganhou reconhecimento no Brasil. No mesmo ano, foi contratado pelo e treinou mais uma vez o Qadsia, não obtendo sucesso.

Grêmio

Felipão retornou ao Grêmio em 1993, onde conquistou vários títulos, dentre eles a , a e o , além dos títulos estaduais.

No Mundial de Clubes, formato intercontinental de 1995, o time de Felipão perdeu nos pênaltis para o , depois de empatar sem gols e atuar boa parte do jogo com um jogador a menos. Na época, o time holandês possuía a base da seleção do país que disputaria a .

No início, Felipão recebeu duras críticas por ser considerado um técnico "retranqueiro", de "jogo feio" e que "mandava bater nos adversários", porém com o decorrer do tempo ficou marcado para sempre como um dos maiores ídolos do Grêmio, e até hoje é lembrado e respeitado pelos torcedores do clube gaúcho.

Palmeiras

Em 1997, após dirigir o , do , transferiu-se para o , foi vice-campeão do , perdendo o título para o , do artilheiro , empatando as duas partidas finais, mas pelo fato do clube carioca ter melhor aproveitamento na primeira fase acabou ficando com o título.

Em 1998, após receber algumas críticas, deu a volta por cima com o time alviverde, sagrando-se campeão da , quando venceu a final da competição contra o . E também conquistou um título continental: a , também em cima da Raposa.

Meses depois, em 1999, alcançou seu ápice no clube, conquistando a , um título inédito, e novamente marcando seu nome na história de um clube brasileiro. No Mundial de Clubes, acabou novamente sendo vice-campeão, desta vez perdendo para o por um placar mínimo, com direito a um gol mal anulado do meia Alex enquanto o placar ainda estava zerado.

Em 2000, o seu último ano de sua primeira passagem no clube, chegou mais uma vez a final da , onde fez uma semifinal épica contra o maior rival do Palmeiras — o . E, novamente, viu seu time eliminar o maior rival nos pênaltis, mas acabou perdendo o título para o também na decisão por penalidades. E, antes de deixar o clube, ainda esteve em frente a conquista do , dando ao time a vaga na , competição que daria vaga ao time na próxima edição da Libertadores.

Cruzeiro e Seleção Brasileira

Foi quando esteve no Cruzeiro, após uma campanha exemplar, culminando no título interestadual da — no time badalado à época pelo capitão argentino e ídolo celeste — que foi convocado para dirigir pela primeira vez a Seleção Brasileira, em 2001. Quando assumiu, a seleção estava ameaçada de não se classificar para o Mundial do ano seguinte. Conseguiu a classificação, mas a participação não convincente nas Eliminatórias e a derrota para Honduras na Copa América de 2001 fizeram com que a seleção ficasse desacreditada pela torcida e a imprensa. Além disto, nos meses que antecederam a Copa de 2002, Felipão foi muito criticado por não convocar o atacante , como pediam os torcedores. Mas, em seguida, conquistou o maior título de sua carreira: a Copa do Mundo de 2002. Realizando uma campanha perfeita, com sete vitórias, venceu a por 2 a 0 na decisão, em . Felipão foi reconhecido como um dos responsáveis pela vitória, por ter conseguido reconstruir a equipe, definir o estilo de jogo, unir os jogadores e por ter apostado em e , que decidiram o Mundial para o Brasil.

Seleção Portuguesa

Após a conquista, a torcida pediu a permanência de Scolari, mas o treinador manifestou seu desejo de dirigir uma equipe europeia e, assim, deixou a seleção brasileira. Comandou a equipe pela última vez em um amistoso contra o , em agosto de 2002. Logo depois, recebeu convite da para dirigir a , o que veio a ocorrer em 2003. Desde então, levou a equipe à final da , sendo derrotada pela no , em . Pelos resultados obtidos na competição, foi agraciado pelo então , , a 5 de julho desse ano, com o grau de Comendador da . Dois anos mais tarde, atingiu as semifinais da , na . Após eliminar a e a nas oitavas e quartas-de-final, respectivamente, caiu diante da . Na decisão do terceiro lugar, foi derrotado pela Alemanha. Apesar da quarta colocação, o resultado foi muito festejado, pois a Seleção Portuguesa não chegava às semifinais de uma Copa do Mundo desde o . Após a Copa de 2006, a torcida do Brasil pediu o retorno de Felipão à seleção brasileira, mas o treinador preferiu continuar em Portugal.

É considerado um dos responsáveis pela ascensão da carreira de , pelo qual mantém grande amizade, tanto que, quando o pai do jogador faleceu, em 2005, poucas horas antes de um jogo entre Portugal e , foi Scolari quem contou a CR7 sobre o falecimento.

Em partidas amistosas, Felipão dirigiu a Seleção Portuguesa contra o Brasil em duas oportunidades. Na primeira, em 2003, Portugal venceu por 2 a 1, na cidade do . Em 2007, nova vitória portuguesa, desta vez por 2 a 0, em jogo disputado em .

Após a eliminação frente à Alemanha na , nas quartas-de-final, Scolari deixou a Seleção Portuguesa para assumir o comando do , seu primeiro clube de ponta no futebol europeu.

Chelsea

Felipão em uma coletiva do Chelsea

Felipão foi apresentado à imprensa londrina no dia 1 de julho de 2008, e fez sua estreia oficial pelos Blues no dia 17 de agosto de 2008, pelo , contra o , vencendo o jogo por 4 a 0.Big Phil ajudou o Chelsea a atingir em dezembro a marca histórica de 11 vitórias consecutivas fora de casa pelo campeonato inglês (oito delas sob comando dele), superando um antigo recorde do que perdurava desde 1960, porém o desempenho do clube nos jogos em casa deixava a desejar, principalmente nos clássicos.

Depois de uma série de resultados considerados ruins pela diretoria do Chelsea, Felipão acabou sendo demitido pelo time londrino, no dia 9 de fevereiro de 2009, após um empate contra o , que deixou o time sete pontos atrás do líder, Manchester United. O auxiliar técnico, , foi promovido interinamente ao lugar de Scolari no cargo de treinador. Segundo a imprensa, Luiz Felipe não recebeu reforços, o que fez sua passagem pelo Chelsea ser prejudicada, visto que as equipes que disputavam o título da Premier League contrataram novos jogadores. Além disso, haveria problemas de relacionamento do técnico com seus comandados. Na sua passagem, Felipão teve um aproveitamento de 62%, com 19 vitórias, 10 empates e 7 derrotas, totalizando trinta e seis partidas disputadas. Em uma nota oficial, o treinador desejou sorte ao seu ex-time, "lamentou que a convivência com todos não tivesse sido duradoura", mas ressaltou que "seguirá morando em Londres".

Após a demissão de Felipão, o seu assessor de imprensa, Acaz Felleger, disse que crer que a decisão da demissão foi de , uma vez que Felipão sempre teve o apoio de Peter Kenyon, chefe executivo do Chelsea. Ele ainda lembrou que a falta de contratações foi um fator preponderante para o trabalho aquém às expectativas de Felipão no clube.

Como indenização por quebra de contrato, Scolari teria recebido 15 milhões de libras. O seu salário era de cerca de 600 mil libras mensais e valia até julho de 2010

Bunyodkor

Scolari começou a treinar o do em 1 de julho de 2009, em princípio, por 18 meses. Na chegada a , em 26 de junho de 2009, Felipão foi recebido com festa pela torcida do clube. Em outubro do mesmo ano, conquistou de forma invicta, com quatro rodadas de antecipação e um incrível recorde de 23 vitórias seguidas, o . Foram 28 vitórias, dois empates e nenhuma derrota (aproveitamento de 95,55%).

Em 4 de junho de 2010, o site oficial do clube anunciou a saída de Scolari, que durante as fases finais da foi comentarista em uma emissora de TV da . Após a Copa, foi novamente cotado para voltar à , mas preferiu ir para o , onde já tinha acertado contrato.

Retorno ao Palmeiras

No dia 13 de junho de 2010, após semanas de especulações e negociações, foi oficializado seu retorno ao Palmeiras, após a Copa do Mundo. Assinou o contrato no dia 15 de julho de 2010.

No dia 11 de julho de 2012, conquistou a de forma invicta, interrompendo um jejum de 12 anos sem títulos nacionais da equipe.

Mesmo assim, devido a má campanha da equipe no , acabou deixando o Palmeiras no dia 13 de setembro de 2012. Em sua segunda passagem pelo clube, Felipão fez 165 jogos, sendo 70 vitórias, 50 empates e 45 derrotas, um aproveitamento de 52,5%. Somando suas duas passagens, dirigiu o Verdão em 407 jogos, somando 192 vitórias, 111 empates e 104 derrotas. Na história palmeirense, só fica atrás de , com 580 jogos, como treinador que mais vezes comandou equipe.

Segunda passagem pela Seleção Brasileira

Presidente Dilma Rousseff recebe Seleção Brasileira de Futebol

Em 28 de novembro de 2012, foi confirmado o seu retorno à Seleção Brasileira após pouco mais de dez anos do penta, com o auxilio de , o treinador do tetra. Foi apresentado oficialmente no dia seguinte, durante no . Ele venceu, com a Seleção Brasileira, a .

Na , acumulou três vitórias (3–1 sobre a e 4–1 sobre na primeira fase; 2–1 contra a nas quartas de final) e dois empates (0–0 contra o na primeira fase e 1–1 contra o nas oitavas de final, superando-os na por 3–2), porém a Seleção sofreu duas derrotas seguidas na fase final: para a , por expressivos e humilhantes na semifinal; e para a Holanda por 3–0, durante a disputa do terceiro lugar. Em decorrência destes resultados, na madrugada de 14 de julho de 2014, foi anunciada a demissão de , e da comissão técnica.

Felipão foi muito criticado pela forma como escalou o Brasil para enfrentar a na semifinal e por relutar em fazer mudanças táticas na equipe durante todo o Mundial. Assumiu a culpa pela derrota, pediu desculpas à torcida e disse que este foi o pior dia da vida dele, mas também declarou que não se arrepende da escalação.

Retorno ao Grêmio

No dia 29 de julho de 2014, depois de 18 anos separados, um dos técnicos mais vitoriosos da história do clube foi anunciado como novo treinador do clube no lugar de . Foi recebido em grande festa pela torcida tricolor, tendo como um dos resultados mais destacados até aqui a vitória de goleada (4-1) sobre o rival Internacional no Campeonato Brasileiro de 2014, a maior vitória em clássicos do tricolor gaúcho desde 1990. Felipão considerou a vitória, no dia de seu aniversário, como a coroação de sua carreira.

No dia 14 de fevereiro de 2015, durante a derrota do Grêmio para o Veranópolis pelo , Felipão deixou o banco de reservas e foi para o vestiário antes mesmo do fim da partida, e o episódio teve repercussão na imprensa. Disse que se sentiu envergonhado, porque a equipe não vinha apresentando em campo o que fazia nos treinos.

No dia 19 de maio de 2015, Felipão pediu demissão. Segundo o presidente Romildo Bolzan Júnior, Felipão "entendeu que seu ciclo e sua capacidade de avançar no elenco estavam concluídas. O Grêmio aceitou o seu pedido. Estendeu a situação à toda a comissão técnica. O departamento de futebol permanece como está — disse Romildo. — O trabalho foi bom, mas o desgaste aconteceu — argumentou." Com Felipão saem os auxiliares , e o preparador físico .

Guangzhou Evergrande

No dia 4 de junho de 2015, no mesmo dia que o ex-técnico do foi demitido, o técnico italiano , Felipão fechou um acordo de 2 anos e meio com a equipe chinesa, onde, junto com ele, irão , e que integrarão na comissão técnica.

No dia 31 de outubro de 2015, Felipão conquistou com o o título do . Dez dias depois, foi escolhido o técnico do ano na . Felipão também foi campeão da com o , e com esse título classificou a equipe para a disputa da , no , em que o Guangzhou terminou em quarto lugar.

No dia 29 de junho de 2016, Felipão, em entrevista para a imprensa, falou sobre a possibilidade de treinar a , após a saída do técnico , demitido por causa da eliminação da Inglaterra na . Apesar do interesse, Felipão não falou na entrevista se recebeu algum convite para assumir a seleção. Mas o treinador acabou continuando no comando do Guangzhou.

No dia 23 de janeiro de 2017, Felipão revela que recusou assumir time espanhol: 'Não trocaria tranquilidade da China por turbulência', o time era da Espanha, na mesma entrevista Scolari afirmou que recebeu ofertas para voltar a trabalhar na Inglaterra, país em que já comandou o , em 2009. Foram propostas de "times comprados por chineses, que estão investindo e querendo crescer", ressaltou.

Após dois anos e meio, à frente do Guangzhou Evergrande, em reunião no dia 16 de outubro de 2017, o técnico brasileiro comunicou à diretoria do clube chinês que não renovará o contrato (que vence dia 30 de novembro). Felipão ainda não definiu o que fará depois de deixar o Guangzhou.

Terceira passagem pelo Palmeiras

Em 26 de julho de 2018, acertou seu retorno ao pela terceira vez.

Estatísticas

Ano Equipe Jogos Vitórias Empates Derrotas % aprov. 1993–1996 Brasil  85 35 18 32 48,2 1997 Japão  30 20 0 10 66,7 1997–2000 Brasil  242 122 61 60 58,8 2000–2001 Brasil  75 40 23 12 63,5 2001–2002 Brasil  26 20 1 6 76,4 2003–2008 Flag of Portugal.svg  74 42 18 14 64,9 2008–2009 Inglaterra  36 20 11 5 65,7 2009–2010 Uzbequistão  38 30 4 4 82,5 2010–2012 Brasil  165 70 50 45 52,5 2013–2014 Brasil  29 19 6 4 72,4 2014–2015 Brasil  51 26 12 13 58,8 2015–2017 China 123 74 30 19 69,5 2018– Brasil  6 5 1 0 90

Jogos pela Seleção Brasileira principal

Legenda:      Vitórias —      Empates —      Derrotas

Estilo

Brasil e Colômbia , primeiro jogo da Copa do Mundo de 2014-07-04

Scolari conquistou credibilidade em quase todas as equipes que dirigiu. Para tanto, conduz seus elencos com "mão de ferro", não se importando em sacar as tidas estrelas de suas equipes. Usa deste expediente para garantir a união e, consequentemente, obter sucesso nas equipes que dirige. Segundo André Rocha, comentarista da ESPN, Felipão "é de uma escola de treinadores que sempre investiu mais na intuição e na motivação dos atletas do que no exercício, na repetição".

Quando assumiu o Brasil, não hesitou em sacar do grupo um jogador que era reconhecidamente um craque e uma unanimidade nacional: o atacante . Felipão não gostava da postura do craque fora de campo. Foi pressionado, antes do Mundial de 2002 a levar o atacante, então no Vasco, mas não o fez. Com isso, fechou seu grupo no intuito de vencer a Copa. Conseguiu o título e, finalmente, recebeu o reconhecimento merecido.

Felipão usou da mesma fórmula na Seleção Portuguesa. Excluiu nomes como o goleiro , e afastou definitivamente jogadores da seleção anterior. Foi muito criticado pela imprensa local. Mas obteve semelhante sucesso que no Brasil. Scolari levou Portugal aos melhores resultados de sempre, conseguindo um 2º lugar na Euro 2004 e um 4º lugar no Mundial de 2006.

Seu estilo conservador e confrontador se refletiu em uma polêmica entrevista dada á Rádio Jovem Pan de São Paulo, em outubro de 1998, onde Felipão expôs suas preferências políticas conservadoras, defendeu o , ao declarar: "Pinochet fez muita coisa boa também". "Ajeitou muitas coisas lá (no Chile). O pessoal estava meio desajeitado. Ele pode ter feito uma ou outra retaliaçãozinha aqui e ali, mas fez muito mais do que não fez". Ao se então questionado sobre os milhares de casos fartamente documentados de prisões políticas, , desaparecimento ou execução de opositores políticos praticados pelo governo de Pinochet, declarou: "há determinados momentos que ou o pessoal se ajeita ou a anarquia toma conta".

Recorde de vitórias seguidas em mundiais

Na Copa do Mundo de 2006, por Portugal, Felipão tornou-se o primeiro treinador da história dos mundiais a obter 11 vitórias consecutivas: sete pelo Brasil durante a Copa do Mundo de 2002 (quando conquistou o Penta para a Seleção Canarinho) e quatro pela Seleção Portuguesa na Copa do Mundo de 2006, encerrando essa série de vitórias consecutivas nas quartas-de-final, no empate em 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação com a Inglaterra. Nesta partida, obteve a classificação nos pênaltis após o goleiro , que estava substituindo o ídolo português Vítor Baía, conseguir a inédita marca de defender três cobranças em uma mesma partida de Copa do Mundo, superando nove outros goleiros que já haviam defendido duas cobranças, como o brasileiro e o argentino .

Na Copa do Mundo de 2002, Felipão levou a Seleção Brasileira a vitórias contra , , , , Inglaterra, Turquia novamente e, na grande final, a não menos poderosa Alemanha.

Em 2006, na Alemanha, Felipão levou a "Seleção das Quinas", como é conhecida a Seleção Portuguesa, a vitórias contra , , e Holanda.

Felipão sempre foi conhecido por sua fé . Na conquista do pentacampeonato mundial com a Seleção Brasileira, levou consigo e com seus jogadores uma imagem de , santa venerada entre os do Sul do Brasil.

Se tornou inclusive garoto-propaganda de e do ao estampar campanha para visitação do Santuário.

A imagem acompanhou a Seleção Brasileira durante a campanha em que conquistou pela quinta vez o campeonato mundial. Felipão, em agradecimento, pagou uma promessa, indo de a Farroupilha, a pé, andando uma distância de aproximadamente 20km. Ao deixar a seleção, a imagem da santa permaneceu no Brasil, até que tempos depois, para impulsionar a participação de Portugal na , Felipão mandou buscá-la na .

Scolari passou a maior parte de sua carreira em Caxias do Sul, e deste fato surgiu sua devoção a Nossa Senhora do Caravaggio. A famosa imagem que o acompanha foi um presente ganho, em 2001, no quadro "amigo oculto" promovido todo final de ano pelo , dado a ele pela atriz .

Em Portugal juntou à imagem da santa "brasileira" a imagem da .

Títulos

Felipão recebendo medalhe de Comendador

Como treinador

Guangzhou Evergrande Seleção Brasileira Bunyodkor Cruzeiro Palmeiras Júbilo Iwata Grêmio Criciúma Seleção do Kuwait Qadsia FC
  • Copa do Emirado do Kuwait: 1989
  • Taça da Liga Koweit: 1988–89

Como jogador

CSA

Prêmios Individuais

  • : 1995,1999 e 2002
  • Melhor treinador do mundo: 2002, 2003 e 2004
  • Melhor treinador da Copa das Confederações (Equipe do Campeonato): 2013
  • Melhor treinador do Campeonato Chinês: 2015, 2016 e 2017
  • Melhor treinador do Campeonato Brasileiro: 1996
  • Melhor treinador da Ásia: 2015
  • Terceiro melhor técnico do mundo: 2013

Condecorações

Referências

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  59. Felipão deixa o Grêmio com uma dura lição para sua geração de técnicos: o jogador do século 21 quer um treinador, não pai.
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